"Londres, Nova Iorque, Hong Kong e Paris são as cidades que geram maiores condições para enriquecer. " (ver notícia completa aqui)
A propósito da minha (primeira) visita a Londres no passado fim-de-semana, não podia deixar de citar aqui esta notícia.
Londres é, sem dúvida, e conforme tive a oportunidade de comprovar, uma cidade imparável e totalmente comercial. E tem todo o mérito. Fiquei estupefacta com a quantidade de gente que se move naquela cidade e mais do que isso, com a capacidade dos britânicos em gerar negócio. Posso mencionar, por exemplo, o facto de até na casa de banho de um bar (à noite) estar uma senhora a vender perfumes, maquilhagem, guloseimas, entre outros produtos.
É de louvar também o extremo preciosismo pela aparência da cidade. Não há lixo nas ruas (ou pelo menos não na quantidade que se vê por cá), as fachadas dos edifícios estão sempre tão bem cuidadas que não aparentam os anos que têm, todos os parques da cidade e/ou zonas verdes são extremamente bem cuidadas, etc. Um bom exemplo disto é Kensington, uma cidade que parece ter sido totalmente construída há pouco mais de um ano e onde tudo parece perfeito. (ver imagem ao lado)
Londres parece ter sido idealizada especialmente para turistas, tudo atrai a nossa atenção. Ao percorrer Oxford Street, por exemplo, tive a sensação de que estava a ser absorvida inteiramente pelas montras que ilustram a paisagem. Na verdade, nada mais se destaca ali que não as lojas perfeitamente integradas na arquitetura paisagística, como se nada mais existisse ali. Cheguei ao ponto de me questionar se viveriam pessoas naqueles prédios, porque na verdade não via entradas para as habitações...apenas lojas. A minha amiga, que já vive em Londres há cerca de ano e meio, esclareceu-me: "As entradas para os andares superiores quer sejam apartamentos ou escritórios estão na parte de trás do edifício". Estrategicamente bem pensado, refleti eu.



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